Atitudes positivas do cinema que precisamos adotar em 2019

Atitudes positivas do cinema que precisamos adotar em 2019

Tem quem diga que a arte imita a vida, mas há também os defensores do contrário: a vida imita a arte. Sem julgar quem está certo ou errado nessa história, o importante mesmo é que os dois conceitos andam juntos.

O cinema é sempre uma grande inspiração. É nas telonas que vemos personagens fortes mostrando seu melhor e o seu pior lado. Em tramas complexas, conseguimos entender os porquês de um protagonista e ter contato com diferentes realidades, que nos seriam privadas de outra forma. Por esse motivo, filmes são também uma boa maneira de buscarmos o melhor de nós mesmos.

Sabe aquele potencial incrível que mora dentro de você? Inspire-se em personagens vão de Moana a Catherine (Jules e Jim) para trazê-lo à tona e encher seu 2019 de atitudes positivas.

Aproveitar a vida como Anne – Paris Pode Esperar

Anne (Diane Lane) vive um relacionamento bem meia boca com o produtor de cinema Michael (Alec Baldwin), que nunca tem tempo para se dedicar a ela. Quando o bon vivant Jacques (Arnaud Viard) aparece, ela vai aos poucos aprendendo a desapegar dessas amarras invisíveis que nos prendem e descobre o valor de aproveitar o momento.

Acredite em você como Remy – Ratatuille

Cozinha e ratos são duas coisas que definitivamente não combinam. Mesmo assim, o camundongo Remy sonha em se tornar um chef e tem talento para isso. Com muita vontade – e aquela ajudinha especial do jovem Alfredo Linguini -, ele consegue transformar esse sonho em realidade.

Seguir seus instintos como Moana – Moana

A princesa Moana desafia seu pai e parte em busca de uma aventura pelo mar com a ajuda do semideus Maui. Jovem, ela mostra que é preciso ouvir seus instintos e correr atrás daquilo que acha certo. Bora ser mais Moana nesse 2019?

Amar do seu jeito como Catherine – Jules e Jim

Quem disse que o amor tem regras? Catherine (Jeanne Moreau) ama Jules (Oskar Werner), mas também ama Jim (Henri Serre). Com o passar do tempo, seus relacionamentos se transformam ao mesmo tempo em que a guerra eclode na Europa. Ou, como a própria protagonista lembra, “ninguém nunca está completamente apaixonado por mais de um momento”.

 

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